Marcos Paulo, Estudante de Direito
  • Estudante de Direito

Marcos Paulo

Curitiba (PR)

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Marcos Paulo, Estudante de Direito
Marcos Paulo
Comentário · há 9 anos
Entristeço-me aos comentários.
Poucas destas pessoas interessadas pelo direito, estudantes de direito, advogados ou operadores do direito conseguem lembrar que além de igualdade, a
constituição trás a isonomia.
Com base na isonomia, não só em questão física, mas sim em questão fática, social, HISTÓRICA são fundadas as ações afirmativas para CONCRETIZAÇÃO DA IGUALDADE CONSTITUCIONALMENTE GARANTIDA, como doutrinado por Joaquim Benedito Barbosa Gomes (2001).
Esse discurso ridículo de que foi atingida a igualdade das mulheres aos homens...
O homem, infelizmente, é tratado com mais respeito pela sociedade, se este fala que foi agredido, reclamam o B.O., as medidas judiciais e policiais cabíveis, mas com a mulher? Ninguém ao seu redor pronunciou a desagradável expressão "mulher de bandido"? Nunca escutou?
Então, se não houver nenhum preconceito que inferiorize a mulher que você presencia, cabe defender que os efeitos da lei devem acabar, mas se houver uma piadinha de mal gosto que você (abstrato) não veja ofensa, mas em que a mulher ao seu lado fica sem graça (pois ela não é mal educada para retrucar e sabe que será considerada "quadrada" se o fizer), creio que é necessário que os efeitos das ações afirmativas sejam aplicadas de maneira mais ampla.

-Rememorando a História de nossa Nação, observa-se que houve o Estatuto da Mulher Casada (Lei 4121/1962), qual trouxe maior igualdade para as mulheres, embora não todo o necessário. Tal norma tomou-se a vigência como ação afirmativa, qual, ainda vigente, é esquecida pela população, pois a igualdade que era pretendida foi atingida, caindo em desuso.
De mesma maneira, um dia poderemos rememorar a Lei Maria da Penha (Lei 11340/2006), claro, se formos conscientes da NECESSIDADE E DA REAL FINALIDADE.
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Marcos Paulo, Estudante de Direito
Marcos Paulo
Comentário · há 12 anos
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Marcos Paulo, Estudante de Direito
Marcos Paulo
Comentário · há 12 anos
Estou me retirando da discussão política e me voltando para a questão de eleições diretas para os ministros do STF.
Creio que, o povo brasileiro (assim como eu, um singelo estudante de direito que é corrigido pelos professores) não esta preparado para escolher Ministros com um notório saber jurídico para ocupar um cargo tão importante.
É muito evidente que não estamos prontos para escolher ministros, exemplificandi gratia, vemos tantos candidatos com o minimo saber de elaboração sendo eleitos, alguns precisando provar que são alfabetizados!!!!
Como voto direto para os ministros do STF, o guardião de nossa
constituição, seria como ?? Iria ser um jogo de propaganda, popularidade para ganhar estas eleições ! Pois qualquer metido (assim como eu que por esta veio me intrometer rsrsrs) que pense que tem conhecimento da Constituição para defendê-la, mas na verdade não tenha nenhuma pós/doutorado/mestrado (opa, ja temos este ministro) ou qualquer especialização corre risco de ser ministro !
A solução, no meu ver, seria a exigência de ter exercido as atividades de advogado, mestrado em direito constitucional ou outras qualificações que eu possa não ter conhecimento (e não tenho!) para poder assim realizar um concurso. Uma prova para realmente provar o "notório saber jurídico".
-Se não... Qual o primeiro humorista/jogador de futebol/cantor será Ministro? Nada contra estes, se tiverem a competência de se especializarem e passar no concurso...
Pois bem, sou apenas um estudante como já citei, posso estar errado, posso estar certo, por isso existem essas sábias discussões.
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